segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Enojado com a política resolvi publicar algumas histórias  para tentar distrair os leitores deste Blog.


UMA HISTÓRIA DE AMOR
Era uma vez uma jovem muito bonita e um jovem rapaz.
Esta é uma história de amor, de muito amor, de uma heroína com um vilão, mas um vilão de sentimentos, capaz de se apaixonar e amar para sempre.
Vilão porque Era uma vez uma jovem muito bonita e um jovem rapaz.
Esta é uma história de amor, de muito amor, de uma heroína com um vilão, mas um vilão de sentimentos, capaz de se apaixonar e amar para sempre.
Vilão porque fez quase tudo errado ou o fez na hora errada.
A diferença de idade, entre os dois era de dez anos.
Conheceram-se quando ambos foram frequentar um curso para formação de atores. Doravante vou chamá-los de Maria e Bob, nomes fictícios e escolhidos ao acaso.
Assim que Bob viu Maria, sentiu uma forte atração e na primeira oportunidade que teve foi buscar uma aproximação daquela jovem. Tal era o interesse de rapaz, a aproximação ocorreu naquele mesmo primeiro dia e como o curso era na UNE no Flamengo e os dois moravam distantes do local. O rapaz morava mais distante do que a jovem. Conversaram e aí a oportunidade se deu. Como o rapaz tinha carro e jovem não. A carona foi oferecida e aceita pela jovem, mas com grande relutância que demonstrava estar preocupada em aceitar a carona de um estranho. Finalmente aceitou e Bob a levou até a casa, seguindo, mais tarde o seu destino.
No dia seguinte se encontraram novamente e dia após dia sucessivamente. Bob já apaixonado não podia ficar um dia sem ver Maria. Mas a vida nos revela outros problemas e o que se quer, às vezes não é simples se conseguir. Existem muitos fatores a serem transpostos.
O jovem era casado e ele não conseguiu revelar a Maria este fato. Estaria fadado a perdê-la de imediato. Pelo pouco que a conhecia ele sabia que ela não concordaria em levar um namoro naquela circunstância. Não era o momento, para este tipo de revelação.
Vou fazer uma interrupção na narrativa. Eu classifiquei Rob como o vilão, mas quero aqui fazer algumas ressalvas. O rapaz tinha se casado com uma mulher bonita, mas não tinha encontrado nela à mulher definitiva. Aquela que seria a sua companheira para o resto da vida. É importante relatar até um fato que julgo mais esclarecedor da situação. Rob havia sentido uma sensação muito forte, no momento que colocou os pés na estação do trem em São Paulo, uma espécie, uma sensação estranha, melhor dizendo na perna, como se o sangue estivesse esvaindo pela sola do pé. A sensação foi rápida, quase que imediata e a esta passou logo e não aconteceu outras vezes. Mas rapaz jamais esqueceu aquela sensação. Era apenas o seu primeiro dia de casado, estava iniciando a chamada “lua de mel”.
Mas voltemos ao tema principal de nosso conto, ou seja, ao casal e a história de amor. O rapaz acompanhou a jovem até em casa e lá a deixou.
Passaram a se encontrar diariamente, quer dizer quase que diária, porque tendo em vista o estado civil do jovem isto era praticamente impossível. Ele teria que resolver esta situação, os fins de semana ele não tinha como explicá-los de ambos os lados. À medida que o tempo se passava, a dificuldade aumentava. Bob estava certo de qual seria a decisão a ser tomada. Encontravam-se quase todos os dias, menos nos finais de semana, não havia a regularidade e a certeza, mas em alguns fins de semana também se encontravam.
Neste momento sou obrigado a interromper a narrativa por algo está acontecendo nesta história da vida real que pode mudar todo o transcurso da história. Aguardem o desfecho que oportunamente narrarei....
fez quase tudo errado ou o fez na hora errada.
A diferença de idade, entre os dois era de dez anos.
Conheceram-se quando ambos foram frequentar um curso para formação de atores. Doravante vou chamá-los de Maria e Bob, nomes fictícios e escolhidos ao acaso.
Assim que Bob viu Maria, sentiu uma forte atração e na primeira oportunidade que teve foi buscar uma aproximação daquela jovem. Tal era o interesse de rapaz, a aproximação ocorreu naquele mesmo primeiro dia e como o curso era na UNE no Flamengo e os dois moravam distantes do local. O rapaz morava mais distante do que a jovem. Conversaram e aí a oportunidade se deu. Como o rapaz tinha carro e jovem não. A carona foi oferecida e aceita pela jovem, mas com grande relutância que demonstrava estar preocupada em aceitar a carona de um estranho. Finalmente aceitou e Bob a levou até a casa, seguindo, mais tarde o seu destino.
No dia seguinte se encontraram novamente e dia após dia sucessivamente. Bob já apaixonado não podia ficar um dia sem ver Maria. Mas a vida nos revela outros problemas e o que se quer, às vezes não é simples se conseguir. Existem muitos fatores a serem transpostos.
O jovem era casado e ele não conseguiu revelar a Maria este fato. Estaria fadado a perdê-la de imediato. Pelo pouco que a conhecia ele sabia que ela não concordaria em levar um namoro naquela circunstância. Não era o momento, para este tipo de revelação.
Vou fazer uma interrupção na narrativa. Eu classifiquei Rob como o vilão, mas quero aqui fazer algumas ressalvas. O rapaz tinha se casado com uma mulher bonita, mas não tinha encontrado nela à mulher definitiva. Aquela que seria a sua companheira para o resto da vida. É importante relatar até um fato que julgo mais esclarecedor da situação. Bob havia sentido uma sensação muito forte, no momento que colocou os pés na estação do trem em São Paulo, uma espécie, uma sensação estranha, melhor dizendo na perna, como se o sangue estivesse esvaindo pela sola do pé. A sensação foi rápida, quase que imediata e a esta passou logo e não aconteceu outras vezes. Mas rapaz jamais esqueceu aquela sensação. Era apenas o seu primeiro dia de casado, estava iniciando a chamada “lua de mel”.
Mas voltemos ao tema principal de nosso conto, ou seja, ao casal e a história de amor. O rapaz acompanhou a jovem até em casa e lá a deixou.
Passaram a se encontrar diariamente, quer dizer quase que diária, porque tendo em vista o estado civil do jovem isto era praticamente impossível. Ele teria que resolver esta situação, os fins de semana ele não tinha como explicá-los de ambos os lados. À medida que o tempo se passava, a dificuldade aumentava. Bob estava certo de qual seria a decisão a ser tomada. Encontravam-se quase todos os dias, menos nos finais de semana, não havia a regularidade e a certeza, mas em alguns fins de semana também se encontravam.
Neste momento sou obrigado a interromper a narrativa por algo está acontecendo nesta história da vida real que pode mudar todo o transcurso da história. Aguardem o desfecho que oportunamente narrarei....(Esta é uma história real, baseada em fatos reais)

Nenhum comentário: