A grande diferença está mais do que demonstrada.
A que sai. Ao nosso ver que não devia ter entrado.
O que chega. Não é ao nosso ver o ideal.
Mas de qualquer forma é o que se tem.
A que sai prega, como já era de se esperar, a bagunça.
O que chega prega a união. A salvação do país.
Mas como se esperar de uma pessoa que não sabe se expressar em nossa língua, que foi assaltante, sequestradora. Ela talvez ao se expressar falasse: assaltanta. Assim mesmo com "a". Esse é o idioma que ela quer impor.
O que chega está tentando de uma forma discreta manter o país em calma e no rumo da recuperação.
É necessária a recuperação, tanto interna, como no conceito externo. Tal foi a má gestão desta infeliz.
Que se vá, para bem longe. Porque se ficar por aqui ainda teremos que sustentá-la, presa em verdade.
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