quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Um debate muito proveitoso.



Wanderley Farias

Na noite de ontem foi realizado o debate com os candidatos ao governo do estado. Eu estava em dúvida, quanto à escolha em qual dos candidatos deveria votar. Há muito tempo não via uns  políticos tão ruins pretendendo eleger-se ao governo do estado.
Já havia expressado a opinião de que era difícil a escolha de quem mereceria o meu voto. Já possuía critérios para não votar em alguns, como o partido que pertence ou a ficha de antecedentes do próprio personagem. No meu conceito e com muita má vontade de votar em branco ou anular meu voto, admitia em princípio dois nomes, isto com as ressalvas todas, de uma pessoa que quer o melhor para o país.
Os candidatos em que não voto de forma alguma, vou deixar de citar até os nomes, para não denegrir, manchar esta página. Os que vou citar a seguir tinha restrições, mas estava propenso a neles votar. O Pesão é um deles. As restrições a ele seriam o partido político, o PMDB e por ser uma cria do Sérgio Cabral e ter aparecido como secretário de um que hoje, ainda é candidato também. Mas no debate de ontem o Pesão me comprovou que não sabe falar a língua pátria, ao se referir a presidente, chamou-a, todas vezes, de “presidenta”, o que vem demonstrar que não sabe o português e ainda é um puxa-saco da referida senhora. Somente quem é puxa-saco, se refere a ela desta forma. Por isto não terá o meu voto. Como não voto em candidatos do PT.
Só resta o professor Tarcísio Motta que foi quem melhor se conduziu no debate, dizendo coisas que eu concordo e gostaria de dizer se tivesse oportunidade e por isto terá o meu voto.

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