Wanderley Farias
Na noite de ontem foi realizado o debate com os candidatos ao
governo do estado. Eu estava em dúvida, quanto à escolha em qual dos candidatos
deveria votar. Há muito tempo não via uns políticos tão ruins pretendendo eleger-se ao
governo do estado.
Já havia expressado a opinião de que era difícil a escolha de
quem mereceria o meu voto. Já possuía critérios para não votar em alguns, como
o partido que pertence ou a ficha de antecedentes do próprio personagem. No meu
conceito e com muita má vontade de votar em branco ou anular meu voto, admitia
em princípio dois nomes, isto com as ressalvas todas, de uma pessoa que quer o
melhor para o país.
Os candidatos em que não voto de forma alguma, vou deixar de
citar até os nomes, para não denegrir, manchar esta página. Os que vou citar a
seguir tinha restrições, mas estava propenso a neles votar. O Pesão é um deles.
As restrições a ele seriam o partido político, o PMDB e por ser uma cria do Sérgio
Cabral e ter aparecido como secretário de um que hoje, ainda é candidato
também. Mas no debate de ontem o Pesão me comprovou que não sabe falar a língua
pátria, ao se referir a presidente, chamou-a, todas vezes, de “presidenta”, o
que vem demonstrar que não sabe o português e ainda é um puxa-saco da referida
senhora. Somente quem é puxa-saco, se refere a ela desta forma. Por isto não
terá o meu voto. Como não voto em candidatos do PT.
Só resta o professor Tarcísio
Motta que foi quem melhor se conduziu no debate, dizendo coisas que eu
concordo e gostaria de dizer se tivesse oportunidade e por isto terá o meu voto.
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