domingo, 25 de maio de 2014

Carlos Villalba O ESTADO BRASILEIRO É LAICO; E DAÍ ? Frequentemente vemos tal afirmativa, a de que "O ESTADO BRASILEIRO É LAICO", sair da boca de certos políticos (socialistas ou comunistas, na quase totalidade), de certos filósofos ou de quem defenda uma ideologia agnóstica, humanista, antropocentrista ou ateísta. E qual é o objetivo desses, quando fazem tal afirmação; o que eles querem ? Ora, esses não são em grande número na Nação brasileira, que cultiva a democracia e que é Cristã; sendo assim, como minoria, infundem pensamentos distorcidos, tentando dar aos mesmos uma aparência bonita e veraz, para, assim, convencer enganosamente aos menos atentos e reduzir ou anular o poder decisório da maioria. Mas vamos pensar e expor o aspecto falso de tal declaração e a finalidade do mesmo. Primeiro é necessário lembrarmos o que é o Estado. Ora, sem rebuscar ou pesquisar muito, mas apenas relembrando um pouco a respeito de duas disciplinas que não constam mais na pobre (quase miserável) grade curricular do ensino fundamental e médio deste País, a Educação Moral e Cívica e a Organização Social e Política Brasileira, podemos asseverar que existe uma distinção entre Estado, País, Nação e Pátria Brasileira. Sem muito aprofundamento, lembremos sucintamente que o Estado Brasileiro nada mais é que o poder, o governo constituído dentro das esferas executivas, legislativas e judiciárias. E onde está a falsidade na declaração sobre a "laicidade" do Estado ? A falsidade não está na definição, mas na finalidade. Como assim ? Simples. Mas para compreender-se, precisamos identificar outros pequenos aspectos que passam despercebidos e intencionalmente despercebidos; o Estado não é a Nação e não é o Povo, mas está a serviço deles. Já relembramos que o Estado se refere ao poder, ao governo constituído. Agora vamos tentar lembrar o que é a Nação, o que é Povo brasileiro, e qual a relação desses com o "laico". Na verdade, uma coisa envolve a outra. A Nação está relacionada ao Povo e este ao Estado, mas todos se distinguem. A Nação é este Povo que fala a mesma língua, que tem uma mesma cultura, que pensa um mesmo ideal; e este Povo somos nós, que nascemos neste território brasileiro desde 1500, quando para cá vieram a se misturar com os nativos, os europeus e os africanos; nós que formamos uma sociedade; nós que constituímos e damos poder a esse Estado, esse mesmo que berra ser laico e que está dentro da Nação também. Agora que já revimos as distinções, poderemos identificar melhor o engano. Ora, o Estado é laico, mas o que o povo, que dá a ele o poder, tem a ver com isso ? Num País que nasceu como Ilha de Vera Cruz, que depois passou a Terra de Santa Cruz e que hoje é Brasil; que tem toda a sua história, cultura, moralidade e ética edificadas sobre a fé cristã; por que tanta insistência na afirmativa da laicidade ? Simples. Exatamente por ser o povo cristão, a nação cristã e por ser seu fundamento bem postado na moral cristã; somente anulando essa força cristã de maioria, poderão, os citados no primeiro parágrafo; socialistas, comunistas, agnósticos, ateus etc; estabelecerem sua ideologia, com seu argumento pseudodemocrático, e cumprir seus desígnios, promover seus ideais e postergar seu domínio, contra a vontade da maioria e "embaixo do nariz" da democracia. Concluindo e traduzindo; na verdade, todos esses comunistas que estão no poder não têm argumento, dentro da sua ideologia, que tenha identidade com o cristianismo. Eles não têm outra forma de postergar seu domínio sem dividir e fracionar o que está solidamente consolidado. O seu principal obstáculo se chama Igreja e cristianismo. Assim, excluem do Povo e da Nação brasileira aquilo que é seu; o Estado. O Estado está a serviço da Nação, do Povo. A Nação brasileira é cristã; o Povo brasileiro é cristão. O cristianismo promove a liberdade e, por isso, o Estado pode ser laico. Mas o Estado não pode e não deve querer diminuir e nem apagar o poder decisório do Povo. O Povo brasileiro formou-se e continua respaldando seus costumes e cultura dentro do cristianismo; então, o cristianismo e a religião devem ser levados em conta nas decisões do poder (Estado). Mas é isso que o Estado atual não quer e por isso ele usa este argumento, o de sua laicidade. MAS AINDA EXISTE UMA OUTRA VERTENTE QUE ESTE ESTADO NÃO ENTENDE; O PODER QUE ELE TEM, QUE É DE REPRESENTAR O POVO, NEM MESMO DO POVO PROVÉM E, POR ISSO, ESSE ESTADO NÃO VAI LONGE. MAS TODOS TEMOS QUE ENTENDER ISSO, E TAMBÉM DEVEMOS PROMOVE TAL COMPREENSÃO.

Frequentemente vemos tal afirmativa, a de que "O ESTADO BRASILEIRO É LAICO", sair da boca de certos políticos (socialistas ou comunistas, na quase totalidade), de certos filósofos ou de quem defenda uma ideologia agnóstica, humanista, antropocentrista ou ateísta. E qual é o objetivo desses, quando fazem tal afirmação; o que eles querem ? Ora, esses não são em grande número na Nação brasileira, que cultiva a democracia e que é Cristã; sendo assim, como minoria, infundem pensamentos distorcidos, tentando dar aos mesmos uma aparência bonita e veraz, para, assim, convencer enganosamente aos menos atentos e reduzir ou anular o poder decisório da maioria. Mas vamos pensar e expor o aspecto falso de tal declaração e a finalidade do mesmo.
Primeiro é necessário lembrarmos o que é o Estado. Ora, sem rebuscar ou pesquisar muito, mas apenas relembrando um pouco a respeito de duas disciplinas que não constam mais na pobre (quase miserável) grade curricular do ensino fundamental e médio deste País, a Educação Moral e Cívica e a Organização Social e Política Brasileira, podemos asseverar que existe uma distinção entre Estado, País, Nação e Pátria Brasileira. Sem muito aprofundamento, lembremos sucintamente que o Estado Brasileiro nada mais é que o poder, o governo constituído dentro das esferas executivas, legislativas e judiciárias. E onde está a falsidade na declaração sobre a "laicidade" do Estado ? A falsidade não está na definição, mas na finalidade. Como assim ? Simples. Mas para compreender-se, precisamos identificar outros pequenos aspectos que passam despercebidos e intencionalmente despercebidos; o Estado não é a Nação e não é o Povo, mas está a serviço deles.
Já relembramos que o Estado se refere ao poder, ao governo constituído. Agora vamos tentar lembrar o que é a Nação, o que é Povo brasileiro, e qual a relação desses com o "laico". Na verdade, uma coisa envolve a outra. A Nação está relacionada ao Povo e este ao Estado, mas todos se distinguem. A Nação é este Povo que fala a mesma língua, que tem uma mesma cultura, que pensa um mesmo ideal; e este Povo somos nós, que nascemos neste território brasileiro desde 1500, quando para cá vieram a se misturar com os nativos, os europeus e os africanos; nós que formamos uma sociedade; nós que constituímos e damos poder a esse Estado, esse mesmo que berra ser laico e que está dentro da Nação também.
Agora que já revimos as distinções, poderemos identificar melhor o engano. Ora, o Estado é laico, mas o que o povo, que dá a ele o poder, tem a ver com isso ? Num País que nasceu como Ilha de Vera Cruz, que depois passou a Terra de Santa Cruz e que hoje é Brasil; que tem toda a sua história, cultura, moralidade e ética edificadas sobre a fé cristã; por que tanta insistência na afirmativa da laicidade ? Simples. Exatamente por ser o povo cristão, a nação cristã e por ser seu fundamento bem postado na moral cristã; somente anulando essa força cristã de maioria, poderão, os citados no primeiro parágrafo; socialistas, comunistas, agnósticos, ateus etc; estabelecerem sua ideologia, com seu argumento pseudodemocrático, e cumprir seus desígnios, promover seus ideais e postergar seu domínio, contra a vontade da maioria e "embaixo do nariz" da democracia.
Concluindo e traduzindo; na verdade, todos esses comunistas que estão no poder não têm argumento, dentro da sua ideologia, que tenha identidade com o cristianismo. Eles não têm outra forma de postergar seu domínio sem dividir e fracionar o que está solidamente consolidado. O seu principal obstáculo se chama Igreja e cristianismo. Assim, excluem do Povo e da Nação brasileira aquilo que é seu; o Estado. O Estado está a serviço da Nação, do Povo. A Nação brasileira é cristã; o Povo brasileiro é cristão. O cristianismo promove a liberdade e, por isso, o Estado pode ser laico. Mas o Estado não pode e não deve querer diminuir e nem apagar o poder decisório do Povo. O Povo brasileiro formou-se e continua respaldando seus costumes e cultura dentro do cristianismo; então, o cristianismo e a religião devem ser levados em conta nas decisões do poder (Estado). Mas é isso que o Estado atual não quer e por isso ele usa este argumento, o de sua laicidade. MAS AINDA EXISTE UMA OUTRA VERTENTE QUE ESTE ESTADO NÃO ENTENDE; O PODER QUE ELE TEM, QUE É DE REPRESENTAR O POVO, NEM MESMO DO POVO PROVÉM E, POR ISSO, ESSE ESTADO NÃO VAI LONGE. MAS TODOS TEMOS QUE ENTENDER ISSO, E TAMBÉM DEVEMOS PROMOVE TAL COMPREENSÃO.

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