Catorze projetos de mobilidade urbana
para a Copa do Mundo de 2014 que não ficariam prontos a tempo, a maioria em
Porto Alegre, foram retirados da matriz de responsabilidade do Mundial,
documento que estabelece as obras que fazem parte de um pacote de investimentos
para o evento.
Dos 14 projetos que foram excluídos, 10
estão em Porto Alegre e os outros em Belo Horizonte, Curitiba, Rio de Janeiro e
Recife, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira pelo Ministério do
Esporte.
Qualquer alteração na matriz de
responsabilidade é acertada entre União, Estados e municípios.
O Ministério do Esporte informou que a
matriz de responsabilidade é submetida a revisões periódicas, que envolvem a
exclusão e a inclusão de obras, e que as obras excluídas "representam a
minoria dos projetos executados".
"A retirada dessas obras não compromete
a realização da Copa do Mundo. Algumas delas ainda poderão ficar prontas antes
do Mundial. As obras excluídas da Matriz passam a fazer parte do Programa de
Aceleração do Crescimento (PAC)", disse a pasta por email à Reuters.
O projeto de pavimentação em torno do
estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, orçado em 8 milhões de reais, foi incluído
na matriz do Mundial.
Dados atualizados do governo federal
apontam para investimentos totais na Copa do Mundo de 25,5 bilhões de reais,
sendo 21,7 bilhões de recursos públicos. Os 14 projetos excluídos somam cerca
de 1,2 bilhão de reais, de acordo com planilha apresentada nesta segunda.
A matriz de responsabilidade da Copa do
Mundo foi criada em 2010 para definir as responsabilidades de cada ente
federativo na preparação do evento.
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